quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Como identificar um idiota (parte II)

Estava fuçando na pasta do blog no meu computador e achei esse texto escrito há quase dois meses. Não publiquei porque achei bobo, mas é melhor que que deixar a página vazia e sem atualizações. Espero que não se identifiquem, mas caso encontrem semelhanças, divirtam-se.

Como identificar um idiota (parte II)


Há alguns meses eu escrevi dicas que mostram como identificar um idiota. Pois bem, agora vou mostrar que existem exemplares com diferentes características.

É importante destacar que, se você estiver interessada, vai achar o cara interessante ou, no mínimo, espirituoso. Mas se já é escaldada, vai perceber rapidinho que o bofe é sinônimo de problema. E caso resolva insistir nessa furada, sentirá muitas dores de cabeça (e não vai ser por falta de aviso, hein?!).

Idiota não é simplesmente um idiota. Podem ser divididos em categorias. Como eu comentei no texto anterior, a criatividade é limitada. Um idiota pode agregar várias características ao mesmo tempo.

1) Instruído: gosta de mostrar o quanto é inteligente e saca de tecnologia. Usa termos técnicos da área em que trabalha para provar que é o cara. Quase nunca deixa você falar porque quer mostrar que sabe de tudo um pouco. Desde o domínio em outros idiomas até que sabe como cuidar de um animalzinho de estimação;

2) Engraçadinho (palhaço): faz piadinhas podres na tentativa de ser inteligente ou descontraído.

Se o engraçadinho for um ex, vai começar um diálogo normal: “como vai a vida?” ou com algo do tipo. Estabelece um papo e começa com as perguntas nada a ver: “Você ficou noiva?” O pobrezinho se esforça na esperança de a moça ter terminado o namoro. Quem sabe ela não está carente e ele possa acalentá-la? Mas quem já quebrou a cara uma vez, fica vacinada e não deixa o palhacinho te fazer mais de palhacinha;

3) Politicamente correto: se o vinho não for bom e a música de gosto duvidoso, ele já começa a reclamar. É inteligente, tem bom papo, mas só quer usar das qualidades de intelectual para encantar mulheres desavisadas e depois cair no mundo;

4) Insistente (clássico): ele fica no seu pé o tempo que for necessário só para satisfazer as vontades dele. Liga, te para na rua, manda e-mail e váaaarias mensagens no celular. Faz convites românticos. Tudo para te deixar apaixonada. Normalmente é mimado e não gosta de ser contrariado. Depois que consegue o que quer, desaparece (mas só da sua vida);

5) Pavão (exibido): Lembra o instruído porque gosta de falar o quanto sabe das coisas. Mas ele vai além, se mostra o tempo todo. Comenta sobre o trabalho, o quanto é competente, que tem um bom salário, como é influente e respeitado na sociedade, que é uma referência para a família e os amigos e por aí vai. Mas quando você conhece esse tipinho melhor, percebe que é tudo conversa e que ele não vale nada e não está nem aí para você;

6) Idiotas do Futuro: esses ainda estão em formação. Normalmente aprendem o mau exemplo com os próprios pais. Também é comum que sejam pupilos de um amigo ou irmão mais velho. Dependendo da idade, eles ainda podem ter salvação. Será?

terça-feira, 26 de julho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

Blogspot

Oi, gente!

O Blogspot está dando pau mesmo ou é só comigo que o acesso está complicado? Uma dificuldade para entrar ...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ser jornalista é ...

Nas minhas andanças por aí, observava muito as pessoas e passei a me observar simultaneamente. E conclui que:

Fonte da figura: blogdoprofessorpc.blogspot.com
Ser jornalista é andar sempre com um bloquinho (ou qualquer pedaço de papel) mais uma caneta na bolsa;
É anotar uma informação que você “pesca” enquanto caminha na rua;
É procurar pauta inconscientemente enquanto está preso no trânsito;
É observar o comportamento humano quando todos estão entretidos com o que realmente importa naquele momento;
É não ter final de semana, às vezes;
É ter que se ausentar de reuniões familiares ou grandes eventos porque o dever nos chama;
É lidar com pessoas de todos os tipos (e aprender com elas);
É ver a riqueza e a miséria humana no mesmo dia. Uma vizinha à outra;
É, muitas vezes, conhecer a falta de caráter de pessoas aparentemente “normais”;
Mas ser jornalista também significa muita coisa boa.
É se divertir com as histórias que os colegas levam para a redação;
É ver que ainda tem gente generosa no mundo;
É experimentar novos sabores (literalmente);
É aprender muito todos os dias.
Enfim, entre outras coisas, ser jornalista é sinônimo de muita ralação, salários menores do que merecemos mas com uma certeza. A de que somos felizes pela escolha que fizemos!
Somos privilegiados!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Curta

Período de ausência de ideias publicáveis. Por isso, deixo essa foto de Inhotim. Lugar para apreciar, recarregar energias e se inspirar.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Curta

Leite com baixo teor de lactose
Faz tempo que eu não posto uma dica de alimentação. Então lá vai uma. Nem todo mundo pode ingerir leite comum, seja por intolerância à lactose ou alergia. Por isso, estão no mercado produtos específicos para quem tem algum desses problemas.


Várias marcas já produzem os leites, que têm na sua composição, uma redução considerável de lactose. Em média, 90%. Mas já adianto que não é fácil encontrá-lo em qualquer lugar. E quanto ao preço, é um pouco mais caro do que o comum, mas compensa.


Mas não é porque o produto está disponível nas prateleiras dos supermercados, que os alérgicos ou intolerantes podem consumir sem preocupações. É sempre bom consultar um médico para saber se pode ingerir e quantas vezes por semana, por exemplo. Afinal, o leite não é totalmente isento da lactose. De qualquer forma, fica a dica!

sábado, 21 de maio de 2011

O meu peixe


Eu já tive um peixinho. Não, eu não era criança. Já estava com 24 anos, tinha uma carreira, uma casa, contas para pagar e um namorado. Enfim, uma vida de mulher adulta.

Como já falei aqui, sou apaixonada por cães e queria muito um, mas, morando em apartamento era difícil. Para resolver esse probleminha, minhas mães uberabenses me presentearam com um peixinho Beta. Ele era lindo. Meio azul, meio vermelho. Colocamos o nome de Fred. Se era mancho ou fêmea, até hoje eu não sei com certeza, mas o fato é que o nome dele (peixe) era de menino.

Poucos meses depois de ganhá-lo, meu namoro foi por água abaixo, eu me mudei de cidade e na partilha dos bens, o Fred ficou com o “pai” dele. Após algum tempo, eu resolvi pedir a “guarda” do glub glub.

Quando recebi meu peixe percebi que, definitivamente, não era o mesmo. O aquário havia quebrado e era outro, a cor dele havia mudado, o bichinho estava mais magro do que antes. Comentei que aquele não era o Fred, mas não criei confusão por isso.

Voltei para a minha casa com ele. Peguei um ônibus de Uberaba para Uberlândia. 100 quilômetros com um aquário quadradinho na minha bolsa de mão. Em Uberlândia, tomei um táxi e segui para o aeroporto. Quando cheguei, até tentei despachá-lo como carga, mas era noite de domingo e o guichê estava fechado. O jeito era acomodá-lo na minha bolsa, mais uma vez.

Assim eu fiz. Contei com a colaboração dos funcionários do balcão da companhia aérea. Eles me avisaram quando o avião estava a caminho e lacraram o aquário com uma fita adesiva e me disseram que se alguém descobrisse aquilo e me questionasse, que não era para dizer a ninguém que havia recebido ajuda dos funcionários.

Já com o aquário totalmente vedado, seguimos para a sala de embarque e poucos minutos depois, entramos na aeronave. Como jornalista, eu não entendo nada de física. Nem lembrava (na verdade, nem sabia) da ausência de pressão dentro dos aviões. Estava morrendo de medo do aquário explodir na hora da decolagem. Com a intenção de me “precaver”, liguei para minha mãe, avisei que estava embarcando com Fred e pedi para que rezasse para dar tudo certo e eu não ser presa por tráfico de animais ou coisa parecida.

Os 40 minutos de vôo mais uma vez pareceram uma eternidade. Quando desembarcamos, atravessamos todo o aeroporto de Confins e segui para a minha casa.

Mas tanto esforço foi em vão. Uma semana depois da nossa aventura, o bichinho morreu.