domingo, 4 de setembro de 2011

Ajude-se

Repare bem na foto acima. Cada dedo de um tamanho, a melhor comparação, a meu ver, de como somos. Ninguém é igual a ninguém em termos de personalidade. Alguns são mais extrovertidos do que outros. Tem gente que se descabela por nada ao passo em que encontramos com homens e mulheres que são a fortaleza em pessoa, ou pelo menos parecem ser.

O fato é que, assim como nossos dedinhos, cada  de nós é de um jeito. Há aqueles mais maleáveis que se esforçam para compreender o outro enquanto alguns são difíceis, "uma porteira" como dizem os mais velhos. Eu acredito que, seja qual for o estilo de cada um não custa nada fazer uma forcinha para melhorar o jeito de ser. Não é mudar a essência da pessoa porque isso é praticamente impossível, e ninguém quer - e nem deve se tranformar em alguém que não é. Porém penso que repensar determinadas atitudes só vão contribuir para uma vida mais feliz.

O tímido (ou o reservado) se fizer um esforço para interagir com outras pessoas, poderá fazer novas amizades e quando menos esperar, estará mais "solto". É um processo lento e difícil, eu sei, mas absolutamente possível. Da mesma forma o impaciente. Respirar fundo antes de falar de um modo ríspido certamente vai evitar um mal estar desnecessário na roda de amigos e o irônico pode se dar ao luxo de manter o seu comentário desagradável guardadinho apenas no pensamento, nem que seja uma vez na vida.

Não precisa de muito para mudar, basta pensar duas vezes antes de fazer algo ou então, se arriscar no caso do envergonhados. O máximo que pode acontecer é dar de cara com agradáveis momentos de bem estar. A "receita" para a mudança está bem diante dos seus olhos. Olhe bem para as suas mãos e perceba o quanto cada um dos nossos dedos são importantes para nós, mesmo tendo tamanhos diferentes, não é mesmo? Então, pra quê ficar de picuinha e colocar em risco uma relação bacana seja com um amigo, colega de trabalho ou parente apenas por causa das diferenças de personalidades? Pense nisso e seja flexível!

sábado, 3 de setembro de 2011

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Como identificar um idiota (parte II)

Estava fuçando na pasta do blog no meu computador e achei esse texto escrito há quase dois meses. Não publiquei porque achei bobo, mas é melhor que que deixar a página vazia e sem atualizações. Espero que não se identifiquem, mas caso encontrem semelhanças, divirtam-se.

Como identificar um idiota (parte II)


Há alguns meses eu escrevi dicas que mostram como identificar um idiota. Pois bem, agora vou mostrar que existem exemplares com diferentes características.

É importante destacar que, se você estiver interessada, vai achar o cara interessante ou, no mínimo, espirituoso. Mas se já é escaldada, vai perceber rapidinho que o bofe é sinônimo de problema. E caso resolva insistir nessa furada, sentirá muitas dores de cabeça (e não vai ser por falta de aviso, hein?!).

Idiota não é simplesmente um idiota. Podem ser divididos em categorias. Como eu comentei no texto anterior, a criatividade é limitada. Um idiota pode agregar várias características ao mesmo tempo.

1) Instruído: gosta de mostrar o quanto é inteligente e saca de tecnologia. Usa termos técnicos da área em que trabalha para provar que é o cara. Quase nunca deixa você falar porque quer mostrar que sabe de tudo um pouco. Desde o domínio em outros idiomas até que sabe como cuidar de um animalzinho de estimação;

2) Engraçadinho (palhaço): faz piadinhas podres na tentativa de ser inteligente ou descontraído.

Se o engraçadinho for um ex, vai começar um diálogo normal: “como vai a vida?” ou com algo do tipo. Estabelece um papo e começa com as perguntas nada a ver: “Você ficou noiva?” O pobrezinho se esforça na esperança de a moça ter terminado o namoro. Quem sabe ela não está carente e ele possa acalentá-la? Mas quem já quebrou a cara uma vez, fica vacinada e não deixa o palhacinho te fazer mais de palhacinha;

3) Politicamente correto: se o vinho não for bom e a música de gosto duvidoso, ele já começa a reclamar. É inteligente, tem bom papo, mas só quer usar das qualidades de intelectual para encantar mulheres desavisadas e depois cair no mundo;

4) Insistente (clássico): ele fica no seu pé o tempo que for necessário só para satisfazer as vontades dele. Liga, te para na rua, manda e-mail e váaaarias mensagens no celular. Faz convites românticos. Tudo para te deixar apaixonada. Normalmente é mimado e não gosta de ser contrariado. Depois que consegue o que quer, desaparece (mas só da sua vida);

5) Pavão (exibido): Lembra o instruído porque gosta de falar o quanto sabe das coisas. Mas ele vai além, se mostra o tempo todo. Comenta sobre o trabalho, o quanto é competente, que tem um bom salário, como é influente e respeitado na sociedade, que é uma referência para a família e os amigos e por aí vai. Mas quando você conhece esse tipinho melhor, percebe que é tudo conversa e que ele não vale nada e não está nem aí para você;

6) Idiotas do Futuro: esses ainda estão em formação. Normalmente aprendem o mau exemplo com os próprios pais. Também é comum que sejam pupilos de um amigo ou irmão mais velho. Dependendo da idade, eles ainda podem ter salvação. Será?

terça-feira, 26 de julho de 2011

domingo, 12 de junho de 2011

Blogspot

Oi, gente!

O Blogspot está dando pau mesmo ou é só comigo que o acesso está complicado? Uma dificuldade para entrar ...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ser jornalista é ...

Nas minhas andanças por aí, observava muito as pessoas e passei a me observar simultaneamente. E conclui que:

Fonte da figura: blogdoprofessorpc.blogspot.com
Ser jornalista é andar sempre com um bloquinho (ou qualquer pedaço de papel) mais uma caneta na bolsa;
É anotar uma informação que você “pesca” enquanto caminha na rua;
É procurar pauta inconscientemente enquanto está preso no trânsito;
É observar o comportamento humano quando todos estão entretidos com o que realmente importa naquele momento;
É não ter final de semana, às vezes;
É ter que se ausentar de reuniões familiares ou grandes eventos porque o dever nos chama;
É lidar com pessoas de todos os tipos (e aprender com elas);
É ver a riqueza e a miséria humana no mesmo dia. Uma vizinha à outra;
É, muitas vezes, conhecer a falta de caráter de pessoas aparentemente “normais”;
Mas ser jornalista também significa muita coisa boa.
É se divertir com as histórias que os colegas levam para a redação;
É ver que ainda tem gente generosa no mundo;
É experimentar novos sabores (literalmente);
É aprender muito todos os dias.
Enfim, entre outras coisas, ser jornalista é sinônimo de muita ralação, salários menores do que merecemos mas com uma certeza. A de que somos felizes pela escolha que fizemos!
Somos privilegiados!

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Curta

Período de ausência de ideias publicáveis. Por isso, deixo essa foto de Inhotim. Lugar para apreciar, recarregar energias e se inspirar.